Decrepitude: A instituição ou o general?
-
Hoje eu tinha mesmo que falar sobre esta situação em que se
encontram os militares brasileiros. Não falei antes sobre o General
ex-porta-voz porque Hildegard Angel o fez de forma inteligente e
sintética. Não poderia dizer mais nada. Mas ainda sobram motivos de
sobra, principalmente aquela em que o General Heleno participa de
reunião com os advogados do Senhor Flávio Bolsonaro, dentro das
dependências palacianas, com objetivo de tentar anular as
investigações efetuadas pela Polícia Federal.
- Já não bastasse
ser acusado, inclusive pelos comandantes militares de outras nações
na Força de Paz do Haiti (MINUSTAH), de ordenar o massacre na favela
Cité Soleil em Port-au-Prince, capital do Haití, ainda apoia o
capitão jubilado por indisciplina e que assume a Presidência eleito
sabe-se muito bem como. A Globo que o diga, apesar de agora estar
sendo escorraçada. Este General presta-se a participar destes
encontros milicianos. Como sua corporação, o Exército Brasileiro,
isto é, os seus colegas generais na ativa, veem esta situação?
Como o Comandante aceita esta ética ao contrário?
- Até
onde veremos os nossos prepostos ao uso da força, os que têm
obrigação da proteção da Nação e de seu Povo envolvidos, por este general decadente, nesta
vergonhosa e decrépita façanha?
Nenhum comentário:
Postar um comentário