segunda-feira, 23 de março de 2026

Seremos julgados

 Como hoje ouvi um disparate aqui na minha cidade, daqueles que não se pode dar atenção, mas que se referia a questão, que me é muito cara, do recolhimento e aproveitamento do lixo urbano, uso este espaço para reiterar a necessidade de se apoiar programas desta natureza. Existe um programa do Governo Federal inaugurado em 2024 PCVR – Programa Cidades Verdes Resilientes que sugiro a leitura e participação1 no programa e a temática do 6ª Conferência Nacional das Cidades.

No mais, sigo apoiando as iniciativas desta natureza mas insisto que tal atividade deva ser guiada com interesse econômico; se seguirmos olhando a restrita questão objetiva do meio ambiente (que é justa) iremos amargar a desconstrução deste, ainda que nobre, objetivo. O que moverá o “Meio Ambiente” será a exploração econômica dos resíduos das atividades humanos, essencialmente urbanas.

Apesar de ter sido aconselhado a abordar apenas um tema em cada blog, sigo achando que o ideal é abordar o máximo do mínimo que conheço no mínimo espaço para leitura. Penso assim estar oferecendo o pouco que sei o mais objetivamente; então....

 Hoje chamo atenção para uma questão geopolítica que, merecendo muito maior atenção da nossa mídia mainstream, parece ter ficado em segundo plano: a ligação ferroviária leste-oeste, ligando o porto de Ilhéus até o porto Chancay no Perú. Com isso permitindo ligar o Oceano Atlântico ao Oceano Pacífico sem depender da passagem do Canal do Panamá que, ao que parece, está se inviabilizando pela secagem do Lago Gatún; que efetivamente é quem alimenta as eclusas. Já há espera de quinze dias para a travessia.

Se considerarmos pragmaticamente que a economia propiciada pela ligação converterá a maioria dos sentidos logísticos na direção da China e alguns de seus entornos econômicos ( (nas duas direções) e a ferrovia que está sendo projetada e parte já construída), teremos um benefício inestimável na economia mundial devido a viabilização do maior celeiro do planeta: hoje,soja, arroz e milho, amanhã incluindo trigo do cerrado, algodão (polpa e caroço) e ...hidrogênio verde.

Quanto à culturas há muito estabilizadas (soja fundamentalmente), mesmo considerando a possível evolução dos cultivares etíopes, já se viabiliza a construção e manutenção de tal ferrovia. Se considerarmos que há dez anos2 considerávamos promissores os cultivares do trigo do cerrado e do algodão, ambos sendo otimizados pela Embrapa, teremos indubitavelmente uma mudança significativa na economia mundial daqui para frente. Quanto ao hidrogênio verde então. nem se fala.

Nós brasileiros, já estaremos nos livrando da dependência da importação do trigo canadense, americano, russo, argentino, pois o trigo do cerrado é um novo referencial em termos de resistência biológica e alimentícia. 

Daí então uma questão:  -  A consequente geração de riqueza converter-se-á na neoindustrialização? 

As “elites” brasileiras irão direcionar excedentes da riqueza para educação, como se pretendia na descoberta do Pré-Sal? Lembremo-nos, que esta foi sordidamente surrupiada com o auxilio luxuoso da imprensa mainstream. Não faltaram discursos empolados e economistas de capa-de-livro para deitar falação. Esperamos que não; é um desafio para os homens e mulheres desta terra, da nossa geração. Se falharmos, o futuro nos julgará. 

1https://www.redus.org.br/concid24/brasil/conferencia-nacional/biblioteca/c6cd3de2-7a5d-4a51-a041-12f2e23f8eeb

2https://revistacultivar.com.br/artigos/para-o-cerrado

quinta-feira, 19 de março de 2026

Complexidade

 Quando pedi a minha irmã uma crítica sobre o texto do último blog onde busquei, com ajuda de AI, a conexão entre a biologia quântica e a estrutura arquetipal da psicologia de Jung, aproveitei do seu profundo conhecimento da farmacologia, sua especialidade, por ter a esperança de haver uma função que, atravez de fármacos, alcançaria um alívio que amenizasse o sofrimento humano.

De posse da sua crítica e de uma experiência vivida em Carajás em 1989, hoje estabeci uma conexão que me faz remeter ao pensamento da complexidade que, inerente ao nosso universo, tento sintetizar (???, quanta ousadia) neste texto.

A tal complexidade extraí, como base, dos textos de Jacques Monod (O acso e a necessidade) e de Edgard Morin (Ciência com Consciência e O pensamento da Complexidade).

A complexidade que experimentei adveio da lembrança da defesa de tese na USP (1977) desta minha irmã, à época orientada pelo grande Maurício da Rocha e Silva combinada com a experiência que tive em Carajás ao ver e acompanhar a epopéia dos catatadores (folheiros) de folhas de jaborandí. Adicionei aqui a chamada para um vídeo que aprofunda o conhecimento desta epopeia e a evolução científica-econômica que desta partiu.1

Material adicional sobre a industrialização está disponível em 2

O elemento de conexão foi a ação da pilocarína extraida das folhas do jaborandi que é quimicamente parecida com a acetilcolina, cujo desdobramento da ação na musculatura lisa foi pesquisa e objeto do estudo já em 1977 por parte desta minha irmã.

A conexão que aqui me refiro deriva da mesma conexão que ocorre no meu sistema parassimpático, que em mim se estabelece, no nível que move (quase simultaneamente?) a concepção e a digitação deste texto no momento que o escrevo.

Ocorre que a percepção desta conexão não me garante nem certeza nem tampouco pertinencia desta mesma conexão; daí o pensamento da complexidade. Mas já basta para enfrentar o tema, ou ou por ousadia e ignorância, ou pelo profundo sentimento que sou parte desta mesma complexidade.

Escolhi a frase de Edgar Morin que melhor reflete este meu pensamento micro-parte deste complexo universo:

A consciência da complexidade nos faz compreender que não poderemos escapar jamais da incerteza e que jamais poderemos ter um saber total: 'a totalidade é a não verdade'.

1https://www.youtube.com/watch?v=N8Mp29yz1wA

2 https://sistemas.eel.usp.br/bibliotecas/monografias/2011/MEQ11005.pdf#:~:text=Figura%204%20%E2%80%93%20Estrutura%20dos%20alcal%C3%B3ides%20is%C3%B4meros,uma%20base%20cristalina%20opticamente%20ativa%2C%20sol%C3%BAvel%20em

segunda-feira, 16 de março de 2026

Redução 6x1 considerações e ideias

 Fugindo um pouco da linha que venho seguindo nos blogs; uma referente a uma preocupação planetária, que cobre geração, coleta e tratamento dos resíduos produzidos pela nossa civilização em todas as escalas, da coleta a produção de derivados; a outra que se refere ao avanço da IA aplicada principalmente a área farmacológica, sendo que nesta última passei a dar atenção a recente inferência desta em níveis comportamentais; por exemplo a última publicação onde abordo a conexão da psicologia de Jung e a biologia quântica, hoje não posso deixar de expressar a minha opinião, talvez perplexidade, sobre a rejeição da proposta da extinção do regime de trabalho 6 por 1, isto é, considerar cinco dias como base.

Sobre o tema lembro ainda quando comecei a trabalhar o regime se baseava na legislação de 1943, que determinava 48 horas semanais, com limite de oito horas diárias. Logo se passou a aplicar uma derivação sendo sábado considerado meio dia. Sob a mesma legislação passou-se a praticar a isenção do sábado, acrescendo uma hora e trinta e seis minutos (1h-36m) para compensar o sábado não trabalhado, perfazendo nove horas e trinta e seis minutos diários de segunda-feira a sexta-feira; regime este que até hoje sobrevive talvez na maioria dos casos. Ocorre que há categorias, comerciários por exemplo, que sofrem aberto desrespeito a legislação. Isto ocorre obviamente devido a tolerância permitida de quem depende do escasso emprego. Tanto é verdade que há até economistas e políticos que ainda preconizam a velha regra de manter desemprego como controle de inflação.

Lembro de um livro que li por volta de 1963, “O elogio do lazer”1 do filósofo e matemático Bertrand Russel, que me deixava dividido. Muito jovem trabalhava na saudosa PANAIR do BRASIL (que é assunto para futuro texto – ou melhor, desabafo) e o horário para mim era apenas um detalhe; por mim ficava o dia inteiro ao lado dos aviões, paixão que nutro até os dias de hoje. Lá já trabalhava das sete até cinco e meia da tarde, já que não havia expediente aos sábados na oficina.

Mencionei estar dividido naquela época, pois a paixão pela aviação e a leitura de Bertrand Russel não podiam ser conciliadas na minha mente muito jovem. E porque cito este embate psicológico? Porque este conflito também reside na essência do pensamento de boa parte daqueles que se insurgem contra a atual proposta governamental. Não a totalidade dos “insurretos”, pois muitos assim estão por interesse imediato como empregadores e primários de percepção política ou social, outros por mera birra política, já que são contra o governo atual que propõe a redução, acusando-a como sempre de eleitoreira, e outros por não entenderem mesmo os benefícios que outrora o grande pensador, filósofo e matemático já vaticinava.

Também temos que lembrar que a evolução industrial se deu em meio a evolução tecnológica mas...esta financiada pelo trabalho exaustivo de mais de doze horas diárias. Basta o exemplo das tecelagens inglesas do início do século XX. A visão desta imagem abaixo serve melhor do que mal poderia descrever aquela exploração.

Aduz-se que a redução proposta ainda convive com a exploração do trabalho escravo, volta e meia presente no noticiário. Ou seja, a redução tem como opositores uma gama ampla que vem desde as crenças primitivas (próprio B.Russel abre seu livro com esta citação: “Como grande parte da minha geração, fui criado com o adágio: “Satanás reserva sempre alguma traquinice para as mãos ociosas”) até a pura e simples oposição, esta também motivada por crenças não muito confessáveis, ou por interesse ou por primarismo mesmo.

Como muitos interpõe a redução do horário de trabalho como causador de desemprego, expõe-se uma falácia: desemprego versus inflação. A evolução do pensamento econômico, após Galbraith por exemplo, já nos indica a falácia do desemprego como forma de contenção de inflação; isto é ciência barata, se é ciência.

Portanto, não querendo estender o limite de leitura, ainda que desejando que as ideias que expus se propaguem, deixo aqui a frase do Alfred North Whitehead, que também admiro totalmente:

As ideias não são para guardar; alguma coisa tem que ser feito com elas

1“O elogio do lazer” – Companhoa Editora Nacional - 1957

quinta-feira, 12 de março de 2026

Lorem ipsum

 No blog de ontem 26-03-11, fiz referência ao navio “catador de lixo” que opera no Oceano Pacífico e indiquei a fonte daquela reportagem. Mas gostaria de adicionar a sugestão de leitura do relatório de 2024 (o de 2025 ainda não foi publicado) da UNEP (órgão da ONU) sobre a evolução das atividades relacionadas ao tratamento de resíduos e também de implicações no meio ambiente. O endereço para acesso está na nota de rodapé1 Sugiro uma breve leitura (em inglês) para quem quiser ter uma ideia genérica sobre o assunto.

Dando continuidade, também ao blog de ontem, que foi referenciado, estou complementando hoje, pois ontem ultrapassaríamos o desejado limite de uma página, e indico complementarmente a leitura de um artigo da jornalista-bióloga Bianca Bosso, disponível no repositório da USP, cujo endereço está disponível na nota de rodapé2, que agrega conhecimento sobre pesquisa de física quântica e seu desdobramento em biologia quântica. O trabalho é muito útil para ter uma amplitude de conhecimento, ao mesmo tempo que mostra o quanto as pesquisas efetuadas no Brasil se aproximam do estado-da-arte.

No mais, apenas sugiro boas leituras e que também não caiam nas esparrelas pseudo-puritanas da grande mídia que, em época de eleição é claro, tem surtos de “puritanismo” semelhantes às notas de três reais. Seus textos parecem até com aqueles “helps” pseudo-latinos que começam  “lorem ipsum…” e depois um monte de coisa sem nexo.

1- https://wedocs.unep.org/rest/api/core/bitstreams/daa56f4d-2479-4e10-88c6-4d65da463299/content

2 https://repositorio.usp.br/directbitstream/9cf9dfe6-300f-4179-b467-0ef69735d8d2/3255422.pdf#:~:text=*%20%E2%80%9CEnquanto%20a%20biologia%20qu%C3%A2ntica%20investiga%20se,t%C3%ADnhamos%20tanto%20controle%20sobre%20as%20propriedades%20qu%C3%A2nticas.%E2%80%9D

quarta-feira, 11 de março de 2026

Direção certa

 Vi ontem um artigo que me alegrou bastante pois publiquei em 23 de abril do ano passado um blog que chamado “Já é uma questão de sobrevivência” alertando sobre um fenômeno da existência de uma “ilha artificial de lixo”; ilha esta já visível por satélite.

Reproduzo deste artigo de ontem 1 a imagem abaixo que vale mais do que mil palavras

Mas o que principalmente trago hoje é a constatação de uma reflexão que fiz somente agora diante do cenário de evolução científica, apesar da minha plena ignorância dos dois polos que ousei conectar, que é a ligação, do estatuto ontológico que Carl Jung concebeu como arquétipo, com a moderna ciência da biologia quântica

O garimpo feito na internet acabou trazendo pouco material, mas um especialmente se acoplava a minha intuição, que expandia a ideia basilar a conceitos mais elaborados e profundos. Reproduzo aqui 2 parte da síntese (Abstract) do artigo de Charles.D. Laughlin, do Dept. of Sociology & Anthropology, Carleton University, Ottawa, Ontario, Canada KIS , que revela a colimação com a minha “curiosidade”:

C.G. Jung deixou muita ambiguidade em torno do estatuto ontológico dos arquétipos e do inconsciente coletivo. Ele fez isso devido à inadequação da ciência de sua época. …. O artigo revisa algumas das evidências a favor do acoplamento neurofisiológico-quântico direto e sugere como o processamento neural e os eventos quânticos podem se interpenetrar.”

O que move minha curiosidade é a esperança que sigam na evolução da psicologia clínica, da psiquiatria e na propedêutica com o auxílio da biologia quântica, em busca de novos fármacos que venham auxiliar no alívio e na cura do sofrimento humano. Mas a minha curiosidade vai um pouco mais longe que expresso com a seguinte questão: Quanto a AI vai auxiliar e acelerar este acoplamento neurofisiológico-quântico?

Tenho esperança que estamos caminhando na direção certa.



terça-feira, 10 de março de 2026

Vamos estimular

 Aprofundei a pesquisa sobre a aplicação de AI nos fármacos, após ter sido estimulado e ajudado por um amigo paciente que, sendo cientista de dados cedeu material que está produzindo para doutorado em importante instituição tecnológica militar na área de AI. Na realidade fui salvo de afogamento por ele quando tentei mergulhar fundo nos algoritmos e nas técnicas que busquei na bibliografia de seus trabalhos. Primeiro porque o aprendizado profundo, não confundir com “deep learning”, era uma viagem aos centros de pesquisa e universidades chinesas e segundo porque a qualidade e quantidade destes trabalhos é algo que está alcançando níveis e uma extensão que ultrapassam o que se faz no ocidente. Níveis estes que não consigo nem de longe me aproximar e desdobramentos que nos levam a conclusões preocupantes. 

Uma destas é presente na discussão sobre a conveniência e viabilidade de instalação aqui no país de data-centers (Google, X, Meta, etc...), pois a demanda de energia elétrica e de água de refrigeração é incompatível com os benefícios que estes centros possam trazer: ocupam pouca mão-de-obra e esta de nível intermediário. Por esta razão estão sendo literalmente expulsos de seu país de origem. Agrava esta situação quando sabemos que o controle e posse dos dados permanecem nas instituições na origem. Então uma questão que naturalmente aflora é: qual a vantagem então do desenvolvimento da AI. Nem gosto de dizer inteligência artificial porque, como diz o médico e neurocientista Professor Miguel Nicolelis (cujo a obra aconselho fortemente a leitura), “nem é inteligência, nem é artificial”. O que se denomina AI é a aplicação extrema de recursos matemáticos que se tornou viável com a paralela evolução da tecnologia de processamento, não somente na arquitetura dos processadores, quanto na sua velocidade e na armazenagem de dados. Uma das promissoras técnicas sendo desenvolvida por empresas chinesas é relativa a transmissão de dados inter-circuitos processadores e inter-unidades: em lugar de corrente elétrica, o que gera calor, portanto fator limitante de velocidade, emprega-se luz incoerente, inclusive com menor probabilidade de erro. O imenso custo de refrigerçãoe alimenbtação dá lugar a viabilidade de aplicação coerente de recuros econômicos.

Mas voltando a aplicação de AI na farmacologia, talvez até confirmando o Professor Nicolelis, o exemplo mencionado ontem que se referia a plataforma R-DELF da Exscientia/Recursion1 permitiu reconhecer dentre milhares de testes e ensaios feitos em fármacos candidatos uma “saída” mais útil na geração de produtos contra uma extensa gama de enfermidades. AI? São métodos computacionais apromorados. 

Enfim uma questão essencial: vamos estimular a construção de empresas (startups) empregando os vastos recursos educacionais disponíveis nesta direção...

Em vez de tentar destruir, como estão agora tentando nossos destros fascistoides de plantão.

1 Sugiro fortemente acessar o site da Exscentia/Recursion: https://www.recursion.com/recursion-decoded

segunda-feira, 9 de março de 2026

Ainda AI

Tenho repetidamente expressado minha indignação com o assassinato das crianças em Gaza e daquelas do colégio iraniano. Mortes dolosamente perpetradas e conluiadas por Israel e Estados Unidos; este último que, com o poder militar que possui, poderia evitá-las.

Como temos que dar atenção (até por sobrevivência psíquica) as boas novas, sejam culturais e científicas, chamo a atenção para o artigo no site chinês XINHUA1 , que noticia a impressão 3d por síntese não-coerente digital de campos de luz holográficos (DISH, em inglês). Experimentos mostram que essa tecnologia pode concluir a fabricação de estruturas complexas em escala milimétrica em apenas 0,6 segundos, atingindo um tamanho mínimo de estrutura imprimível de 12 micrômetros e uma taxa de impressão de até 333 milímetros cúbicos por segundo. O que podemos intuir é a possibilidade de produzir dispositivo cirúrgico cardíaco, sob medida, que dispense a abertura da caixa torácica; e mesmo outras cirurgias não invasivas.

Dentre as várias notícias garimpadas, onde a maioria se relaciona a AI, as que mais têm chamado particularmente a minha atenção são aquelas aplicadas a pesquisa farmacológica, pois tenho um interesse especial por ter uma irmã cientista dedicada a esta área. Tenho focado a pesquisa por interesses transversais, aquelas relacionadas a GSK.: 

. A GSK aplica IA para entender a causalidade genética de doenças, o que pode reduzir as taxas de deserção em fases avançadas de testes clínicos .

. A AstraZeneca, por exemplo, usa uma ferramenta de IA generativa (PathChat DX®) para analisar imagens e dados clínicos, ajudando a identificar pacientes que responderiam melhor a tratamentos oncológicos, o que pode até incluir vacinas.

Em resumo, a IA já é uma ferramenta prática na área farmacológica que está sendo usada para:

Aceleração, automatizando descobertas e experimentos. Previsão, antecipando mutações virais criando vacinas "à prova de futuro" (R-DELF). Precisão, buscando os melhores alvos e projetando antígenos mais potentes ex: Evaxion.

Há ainda outras facilmente encontradas na internet mas, continuo restringindo as postagens a uma página, até para facilitar a leitura.

Por hoje é só.

1(https://portuguese.news.cn/20260222/fa026739d2ed41659af01b97b818e2e7/c.html)