quarta-feira, 11 de março de 2026

Direção certa

 Vi ontem um artigo que me alegrou bastante pois publiquei em 23 de abril do ano passado um blog que chamado “Já é uma questão de sobrevivência” alertando sobre um fenômeno da existência de uma “ilha artificial de lixo”; ilha esta já visível por satélite.

Reproduzo deste artigo de ontem 1 a imagem abaixo que vale mais do que mil palavras

Mas o que principalmente trago hoje é a constatação de uma reflexão que fiz somente agora diante do cenário de evolução científica, apesar da minha plena ignorância dos dois polos que ousei conectar, que é a ligação, do estatuto ontológico que Carl Jung concebeu como arquétipo, com a moderna ciência da biologia quântica

O garimpo feito na internet acabou trazendo pouco material, mas um especialmente se acoplava a minha intuição, que expandia a ideia basilar a conceitos mais elaborados e profundos. Reproduzo aqui 2 parte da síntese (Abstract) do artigo de Charles.D. Laughlin, do Dept. of Sociology & Anthropology, Carleton University, Ottawa, Ontario, Canada KIS , que revela a colimação com a minha “curiosidade”:

C.G. Jung deixou muita ambiguidade em torno do estatuto ontológico dos arquétipos e do inconsciente coletivo. Ele fez isso devido à inadequação da ciência de sua época. …. O artigo revisa algumas das evidências a favor do acoplamento neurofisiológico-quântico direto e sugere como o processamento neural e os eventos quânticos podem se interpenetrar.”

O que move minha curiosidade é a esperança que sigam na evolução da psicologia clínica, da psiquiatria e na propedêutica com o auxílio da biologia quântica, em busca de novos fármacos que venham auxiliar no alívio e na cura do sofrimento humano. Mas a minha curiosidade vai um pouco mais longe que expresso com a seguinte questão: Quanto a AI vai auxiliar e acelerar este acoplamento neurofisiológico-quântico?

Tenho esperança que estamos caminhando na direção certa.



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