quarta-feira, 30 de abril de 2025

Tem macuco no embornal

 Hoje pela manhã vi a notícia da invasão das instalações da JBS, gigante mundial da produção de proteína animal, com dezenas de marcas de produtos alimentícios no mundo e de higiene pessoal além de produtos na área de engenharia florestal. Tal invasão, segundo a nota da imprensa, foi perpetrada pela ong GreenPeace. Se realmente foi a financiadora e instrumentadora desse ato, ao que tudo indica, fica desmascarada mais uma vez a “missão” desta ong.

Sinto-me na obrigação de falar sobre este episódio pois estou consciente da importância e da imediata missão de reciclagem dos RSU´s e da pesquisa ecológica, -principalmente na área dos plásticos; estes sim, a resultante do processo de evolução tecnológica que requer a contrapartida urgente de anulação dos seus efeitos nefastos ao equilíbrio trófico do planeta.

Sabemos que a JBS, multinacional brasileira, também está engajada no processo de aperfeiçoamento de sua cadeia produtiva, incluindo aí a proteção ecológica. Em suas políticas globais esta incorpora uma gama de vai além da proteção ecológica, como1:, Cadeia de Fornecimento Livre de Desmatamento, Engajamento com a Comunidade, Diversidade e Inclusão, Meio Ambiente e Biodiversidade, Direitos Humanos, Embalagens e Reciclagem, Compra responsável de Matéria-prima, Saúde e Segurança do Colaborador, Uso da Água e Desperdício de Alimento.Bem-estar Animal

Qual seria então a motivação da ong no vandalismo? Buscar notoriedade? Isso esta já tem em nível mundial. Não seria então. Criticar alguma ação “antiecológica” ? Melhor seria a pregar a abstinência de carne, seria mais honesto. Ao que parece tal organização tem, como parece tal ato de vandalismo, o objetivo de ir além, como já vimos em outras oportunidades. Ocorre que acaba tendo prepostos dentro das organizações governamentais. Nem estou acusando de corrupção ou favorecimentos pessoais, por mais que possa parecer, pois a ignorância e, usando expressão popular bem ao gosto da minha gente mais simples: o espírito de porco. Mas que tal procedimento criminal requer imediata ação do poder público está óbvio. Qual a motivação? Porque esta empresa?

Mas, aproveitando a oportunidade, podemos até lembrar de episódios onde o “espírito”, de proteção, no caso, impediu o progresso sem ter uma contrapartida ecológica:

. A mais recente que é a recalcitrante e estranha não liberação da pesquisa de petróleo na costa do Amapá.

. A exigência da opção “a fio d‘água” da Usina de Belomonte, que não beneficiou ninguém, nem as espécies mencionadas.

. A “proteção das tartarugas” no projeto do Porto de Linhares, que atenuaria sobremaneira a influência do Porto de Tubarão.

Há mais algumas nacionais que me fogem no momento, muito embora conheça bem casos internacionais de ongs de “proteção de meio ambiente” que servem apenas a “desconto de imposto”.

Em suma: Temos que ir fundo na investigação deste caso da JBS, pois há por aqui um velho mote popular que bem expressa o que queremos expor: “ tem macuco no embornal”.

1Fonte: Página da Empresa.

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