Hoje vi a notícia da autorização de Trump para a invasão da Venezuela pela CIA. Obviamente não me surpreendi, pois já está na história uma coleção de invasões, assassinatos e campanhas de golpe de estado, tanto diretamente quanto através de “guerras frias”. Neste caso particular, a Venezuela, existe um motivo evidente da invasão, ou “anexação” mesmo:
- A maior reserva de petróleo do planeta.
A Venezuela já foi vítima de vários golpes, a maioria apoiada ou perpetrados pelos EUA. Só na minha memória lembro de 1958 com a queda de Perez Gimenez, que por sua vez tinha derrubado o presidente Angarita. Mais recentemente Hugo Chavez, que foi derrubado e retomou o governo em uma semana. E agora Maduro que, acusado de intervir nas eleições, está ameaçado pela oposição financiada abertamente pelo ouro da própria Venezuela “escamoteado” pela Inglaterra.
Em síntese, o motivo, “e pluribus, unum”, senão o principal, habita no subsolo da Venezuela. O resto é fabricação midiática regiamente paga. E não é de hoje, data do fim da Segunda Guerra Mundial, quando se intensificaram as buscas geológicas.
Aliás, também já fomos alvo, com o famoso caso do geólogo DeGolyer da Schlumberger que desaconselhava pesquisa e exploração de petróleo no Brasil, após pesquisa paga pelo Departamento de Estado americano. Os documentos que provam já foram desclassificados.
Quanto ao Prêmio Nobel da Paz dado a venezuelana Da. Corina, não é também surpresa, pois Kissinger e Obama já foram premiados.
Mas as consequências desta última “ordem de invasão” serão imprevisíveis. No passado contemporâneo, Vietnan, Iraque e Afganistão servirão de exemplo. Mais recentemente a Ucrânia, desde 2008, também serve como exemplo de fácil memória.
Caminhemos então, e com cautela saberemos enfrentar as consequências do que aqui respingar... Amat victoria curam. (a vitória ama a cautela)
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