quinta-feira, 5 de junho de 2025

Esta é uma guerra ainda colonial - continuação

     O blog de ontem (Esta é uma guerra ainda colonial), expressando a percepção que as causas do presente conflito na Ucrânia remontam há muito mais tempo; não somente aos desdobramentos dos interesses da Chevron desde os anos 2000, representados então pelos senadores americanos, lobistas da petroleira, John McCain e Christopher Murphy, juntamente à ação malévola de Victoria Nuland, levaram-me a outro tema que se conecta a este tanto historicamente quanto geopoliticamente: o evento conhecido como a “Carga da Brigada Ligeira”.

    Este evento, a carga de cavalaria comandada então por Lord Cardigan que resultou na perda de metade do contingente, se desenrolou na Guerra da Crimeia, na tentativa de tomada da fortaleza de Balaclava em Sebastopol. Apesar de ter sido um desastre militar passou à história com um glamour inexplicável. Aliás, bem explicável, pois o lord, representando a nobreza inglesa, nem foi responsabilizado nem incomodado pelo erro. Como mostrado no blog, tanto a Inglaterra, na figura da Rainha Victória; a França que tinha Napoleão III querendo imitar mediocremente o tio Napoleão I; a Russia do Czares Nicolau I e Alexandre II; a Itália, com o Conde Cavour (que aliás, mais tarde, veio a ser punido pelo Papa por querer fazer uma “reforma agrária” à custa do clero), representavam o poder colonial da Europa.

    Mas apresento agora uma outra faceta histórica: - O que fora um erro militar acabou por ser imortalizado no cinema pela arte inglesa e pela industria cinematográfica americana em 1934: “A carga da Brigada Ligeira”. No cinema  Errol FlinnOlivia de Havilland e o jovem David Niven, este último, que alias já no final de sua carreira, veio expor nos seus dois livros as misérias (exploração sexual, drogas e perseguições políticas) de Hollywood, transformaram a derrota em sucesso de bilheteria. Só eu, já na década de cinquenta, fui ver duas vezes. Nas seções de cinema aos domingos depois da missa no colégio, havia debate. Os alunos mais velhos do científico, inexplicavelmente – para mim ainda no ginásio – , “baixaram o sarrafo” no Major Vickers (Errol Flinn) por aquele erro histórico. Lá ia eu saber…

    Mas queria realmente expor desde a exteriorização desde evento, foi o que se desenvolveu como consequência da Guerra da Crimeia, o “Tratado de Paris” de 1856, o que inexoravelmente fortaleceu a Alemanha em detrimento ao Império Austro-Húngaro e a fez se opor a Rússia. Foi daí que nasceram hostilidades que se propagaram...até hoje. Fazendo justiça, os americanos só herdaram as faturas dessas guerras europeias...só que as ampliaram. O butim das guerras:  os "chernozem" ucranianos, o gaz e o patrimônio mineral russo que abarca toda a "cadeia de Mendeleiev".

quarta-feira, 4 de junho de 2025

Esta é uma guerra ainda colonial.

     A atual “Conversações sobre Acordo de Paz” entre Rússia e Ucrânia é uma retomada daquela de 2022, onde Boris Johnson se intrometeu e fez abortar uma paz, quase alcançada, quando ainda não havia um milhão de mortos. Realmente só posso entender este volume de mortos se gerados deliberadamente, pois há experiência histórica de conflito na mesma região com este mesmo número1, a “Guerra da Crimeia” que durou de 1853 até 1856. São as mesmas nações beligerantes e só não havia ainda os Estados Unidos da América, pois este estava ocupado com as prévias da sua guerra particular, a Guerra Civil (1861 – 1865). A experiência sangrenta de mais um século não serviu para nada?

    A Guerra da Ucrânia hoje, revive através da OTAN, os mesmos beligerantes, que vou chamar de “Ocidente”, de 1853. Ou seja, estas nações, outrora impérios coloniais (França, Inglaterra, Itália e mesmo Turquia) tem como motivação, inter alia, a cobiça da Eurásia, ou seja, as imensas terras e riquezas da Rússia. Só pode.

    O que não é informado para os felizes desavisados do ocidente é que o atual conflito teve sua origem muito antes de 2022, i.e. a “invasão pela Rússia”. A própria existência da OTAN, desnecessária após a extinção do “Pacto de Varsóvia”, já é um elemento que nos indica a permanência das causas da secular beligerância. Só que agora impulsionada, há mais de dez anos pela cobiça da Chevron, que teve seus interesses representados pelo então senadores americanos John McCain e Christopher Murphy; estes, juntamente com Victoria Nuland, já haviam “determinado” quem deveria governar a Ucrânia após a queda do então presidente eleito Yanukovich promovida pelo golpe de estado em curso, este objetivamente parido pela Revolução Laranja. Tal manobra fora motivo de uma ligação telefônica com o embaixador americano na época. Ocorre que a ligação fora raqueada por algum serviço secreto, (altamente provável que fosse o russo) e foi postada no Youtube (https://www.youtube.com/watch?v=YBWP48O_5Mo). Mais tarde Victória Nuland pede desculpas etc..etc… mas a gravação, eivada de palavrões, deixava claro o espírito que orientava os acontecimentos que iriam desaguar nos tristes episódios da “Praça Maidan” e no consequente morticínio de hoje.

    Para quem ingenuamente acha que tal beligerância se iniciou em 2022, deixo abaixo um triste quadro (um único apenas) de um vídeo datado de mais de 10 anos, onde se vê o tratamento que era dado a população de Donetsk, para que não sobre dúvida da motivação desta guerra. Motivação que insiste em sobreviver após o ano de 1856. Motivação que só deve ser consequência da perda dos impérios coloniais europeus, agora alimentada pela perda de um mais novo império colonial, que neste momento também resiste desesperadamente em sobreviver.


Esta é uma guerra ainda colonial.

1Rússia: 450.000 mortos e 80.000 feridos - 

Turquia, França, Inglaterra e Itália: 225.000 mortos e 50.000 feridos

quinta-feira, 29 de maio de 2025

Independência...De quem?

 As notícias de hoje referentes a manifestação do Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a favor, (pelo menos é assim que se tem interpretado) da independência absoluta do Banco Central e que está no Congresso baseada na PEC 65, me obriga à reflexão, ainda que seja um quase analfabeto absoluto em economia; pelo menos em “economês”. Mas sou obrigado a declaração de “quase” pois pude assistir uma aula completa da Professora Maria da Conceição Tavares, propiciada pela tecnologia gravada por algum aluno vidente. Nesta, ela abordava uma questão de equilíbrio fiscal e soberania da política monetária.

De fato não tenho capacidade de fazer um julgamento isento totalmente sobre a declaração de Galípolo mas posso lembrar do mencionado “trilema do impossível” 1 .

Os críticos da PEC 65, como eu, sabem que abrir mão da independência da política monetária é um suicídio. Vide a Argentina em 2001 com a sua pesada “âncora cambial” que queria ganhar nas três frentes (câmbio, controle de contas e independência monetária)… Afundou.

Mas, o que desejo exteriorizar é a frugalidade do embate sobre a dita “independência do Banco Central”. Na minha humilde opinião tal independência tem suas vantagens e desvantagens: - A meu juízo, uma desvantagem...neste momento histórico, eu friso. Lembremo-nos que.. no presente momento...Trump reclama e vocifera contra tal independência do FED, pois a considera prejudicial a estratégia da MAGA. Se não houvesse tal independência, o que ocorreria se o FED estivesse na mão de Clinton? Nem pensar.

Mas o que penso, neste momento, é que as flutuações da economia, tanto vista sob a ótica nacional quanto a internacional, dependendo da duração de seus ciclos, têm diferentes implicações. A duração dos ciclos econômicos, hoje (variando ao longo da história) têm implicações diferenciadas. Se ocorrerem no espaço econômico americano terão outras consequências se comparados aos que ocorrerem nos espaços nacionais de outros países. (como o nosso por exemplo ). Daí a avaliação do impacto dos ciclos exigirem o conhecimento das componentes econômicas específicas, sociais e...aí entra então uma nova componente que se acelera...a ambiental.

Definitivamente estou fugindo ao “debate” sobre a conveniência da “independência” por achar que neste momento, não existem, falo “no mundo inteiro”, as condições que a justifiquem, pelo contrário. A percepção que a aceleração dos ciclos dos fenômenos socio-econômicos agora se alimenta, além das componentes políticas, de componentes ambientais, tecnológicas e da própria percepção humana está profundamente afetada pela utilização das tecnologias de comunicação: telefonia celular, redes sociais, IA e toda sorte de experimentos e trapalhadas que fazem com estas. Considero que os avanços e os aprofundamentos teóricos sobre o tema, por parte de Kate Raworth (ver “economia donut”) melhor exprimem o que aqui tento pobremente mostrar: a influência planetária nos fenômenos econômicos.

A presente reflexão busca pavimentar o que já foi desenvolvido em blogs passados desde “Lixo e Luxo” (01/04/25) e dar base epistemológica para enfrentar a realidade tornada cada vez mais complexa. Ou a percepção dela, pelo menos para mim, confesso apedeuta econômico. Daí a minha pergunta: Independência? De quem?

1 Dilema de Mundell – Fleming que estabelece a impossibilidade de conciliação dos três objetivos que se mostram antagônicos dois a dois:
I) é impossível ter independência da política monetária e estabilidade da taxa de câmbio, desde que se faça o fechamento da conta de capitais.
II) é possível abrir a conta de capitais e preservar a independência monetária desde que se deixe o câmbio flutuar.
III) é possível fixar o câmbio e manter a livre movimentação de capitais abrindo mão da autonomia do comando da política monetária.

segunda-feira, 26 de maio de 2025

É agora ou nunca

 Tenho pesquisado continuamente na internet um assunto que iniciei nas postagens a partir de “Lixo e Luxo”, desde abril deste ano. A ideia básica que move esta pesquisa se refere ao aproveitamento das matérias-primas orgânicas para produção de plástico (notadamente o bagaço de cana), juntamente a utilização de microorganismos para decomposição dos plásticos (ver o blog “Degradação dos plásticos- sequência de "Lixo e Luxo" de 14 de abril ). A motivação real é a criação de indústrias especializadas nestas duas direções: a produção orgânica de plásticos e a decomposição (reaproveitamento, se possível) destes.

Reconhecemos que o momento atual, tanto do ponto econômico quanto político e geopolítico, é oportuno e não gostaria de ver, como vi pessoalmente ao longo destes sessenta e tantos anos, mais uma oportunidade perdida. Como se diz, “mais um vôo de galinha”.

Do ponto de vista econômico brasileiro temos agora oportunidades. Mas também do ponto de vista político brasileiro vejo que temos que ultrapassar os empecilhos sempre criados pela direita, como aliás secularmente o fizeram desde o falanstério de Santa Catarina, passando pela Fábrica do Galeão com o “Muniz-M7” até chegar na quase demolição da Embraer. Vencidos os obstáculos, o que se apresenta então: a recuperação das indústrias de base, pois sem elas não será possível galgar a escala tecnológica. É ilusão imaginar que se dedicar a quinta geração eletrônica, aeronáutica etc...sem ter, uma siderurgia/metalurgia por exemplo, que lhes dê sustentação técnica e econômica. Como fabricar um motor a jato aeronáutico, mesmo o mais simples, sem dominar a fundição de metais de alta resistência térmica (tungstênio, molibdênio por ex.)? Esta recuperação nos leva a demanda de capital, que até o momento só serviu para engordar o improdutivo, especulador, etc...etc...“o tal mercado”. Cabe então a pergunta: Onde buscá-lo? Internamente? Internacionalmente? Em ambas as origens seria a resposta mais óbvia: BNDES e NBD.

Não podemos deixar passar esta oportunidade de ter duas fontes de financiamento sem ter que empenhar a alma, como seria o caso do FMI. Talvez possa ser a última chance de acordar e se “levantar do berço esplêndido” a que nos impuseram e ainda impõe (quem?) desde o utópico falanstério do Saí até os dias de hoje, quando nossa mídia discute futilidades e a escatologia de senhoras arruaceiras. É agora ou nunca.


sexta-feira, 23 de maio de 2025

Até hoje

 Assisti pela manhã em uma rede social, não sei se é verdadeiro, o lançamento de gêneros alimentícios por avião cargueiro chinês para pessoas esfomeadas em uma área de Gaza. Não foi na mídia tradicional. Se for verdadeiro este fato, vejo que tal evento ajuda a jogar por terra a falsa imagem de democracia, ou lá o que possa se chamar, que os Estados Unidos tem, ou tinha, há tempos; imagem esta construída nas mídias tradicionais. 

Ocorre que tal imagem já, há muito, se borrou perante os olhos do mundo todo. A imagem de respeitador das regras internacionais e a fama de guardão da paz e sua consequente respeitabilidade começou a desmoronar, na visão de muitos, quando da destruição da Iugoslávia em 1999, juntamente aos ingleses, e mais ainda quando Busch contra todos os organismos internacionais e a própria ONU ataca o Iraque.

Falo na “visão de muitos”, pois na minha forma de ver o ato que inicia a desmoralização foi a transformação do dólar em moeda fiduciária impondo ao mundo a desregulamentação e não conversibilidade em relação ao ouro. Tal ato de imposição derivava já do deficit gerado pela Guerra do Vietnã, quando os gastos militares extrapolaram os limites da economia. Notoriamente daí resultam as taxas de câmbio flutuantes e o barco da economia de Bretton Woods começa a balançar perigosamente. As crises da economia ocidental tornam-se mais frequentes. O dono do cassino passou a se valer da força bruta; sua desmoralização começa aí, no meu ponto de vista, quando perde qualquer vestígio de pudor.

Juntamente à força militar, contrata a mídia, os agentes do “mercado” para “fazer o serviço” . Para chegar na desmoralização dos “Irans contra” foi um átimo. Lembremos que naquela época os Estados Unidos chegou a usar Israel para fornecer armas para o Iran. Usaram um coronel (Oliver North) para servir de disfarce.

Daí em diante a máscara caiu. Iugoslávia, Iraque, Colômbia, Afeganistão, Mônica Lewinsk, tudo fazia parte da fração “América Livre”, os demais americanos do meio-oeste continuaram a cultuar a guerra e a cultivar os campos….até hoje.

quarta-feira, 21 de maio de 2025

Haja barriga

 Cansei até de falar sobre a nossa “imprensa marrom”, nome que se dava aos tabloide e revistas sensacionalistas dos anos 50 e 60 ( é desta época que me lembro ). Mas a interferência da imprensa vem de longa data. Lembremos o “Caso Dreyfus” onde a interferência da imprensa ajudou a condenar e depois ajudou na campanha de inocentar o capitão do exército francês. O rumoroso caso chegou até aqui nas páginas do “Jornal do Brasil” (ver hemeroteca da Biblioteca Nacional).

Os assuntos econômicos, políticos e geopolíticos, sociais e técnicos de real interesse sempre dão lugar a “fofoca” do dia. Conforme os interesses do momento a mídia se posiciona. Mas o que desperta meu interesse e minha reflexão sobre o fenômeno midiático está relacionado como este se engendra com o “nacionalismo”. Historicamente, aqui no Brasil até o momento, temos o nacionalismo agregado à esquerda. Não que a esquerda seja inerentemente nacionalista, pois esta varia sua inclinação segundo circunstâncias. Na Hungria, por exemplo, o nacionalismo tem fortes ligações com a direita, assim como os EUA.

A razão para situarmos o posicionamento da nossa mídia cabocla frente ao nacionalismo e aos verdadeiros interesses nacionais é, pelo menos nesta minha humilde e breve existência, a sua persistente e ranzinza implicância com o que se relacione e se revele nacional, brasileiro. Mesmo que se origine no campo da direita. Faço uma resenha baseado na minha memória apenas:

. Criação da Companhia Vale do Rio Doce: Já na minha infância (1950) via os debates familiares sobre a VALE. Os tios divididos entre entreguistas (leitores influenciados pelos jornais de direita) e aquelas getulistas (leitoras influenciadas pela leitura do Diário de Notícias). Pano de fundo, a campanha das eleições de 1950. É a memória pessoal mais antiga que tenho.

. Campanha antigovernista liderada por Carlos Lacerda e o episódio do “Crime da Toneleros” que praticamente destruiu o governo Vargas, até ao seu suicídio. A “Carta Testamento” de Getúlio Vargas sequer foi publicada em alguns jornais e noticiada em algumas rádios. Os “Diários Associados” de Assis Chateaubriand assumiram posição equidistante, pois parece que anteviam dez anos antes o golpe de 64 se consolidar; desta vez com ajuda da 4ª Esquadra Americana.

. No governo Juscelino Kubitschek, houve duas tentativas “style république bananière” frustradas; uma, a de Jacareacanga, a de Aragarças. Nesta empreitada a mídia não se envolveu muito pois via que não haveria apoio externo para o circo burlesco.

. Mas, bastou chegar a época das eleições, que ao abrir a campanha eleitoral, a mídia em peso abanou a candidatura de Jânio Quadros e seu “Clube da Vassoura”, pois já se entronizara o “combate a corrupção” e Jânio Quadros, que ele mesmo não sabia para que lado iria no conflito iniciado na Guerra Fria, líder fanfarrão se elege com apoio plano da mídia da direita. Ali se ensaiava a aplicação do processo que cinquenta anos depois desaguaria no “lawfare”. O “combate a corrupção” era receita para todos os males das repúblicas latino-americanas abaixo da linha do Equador; as do lado de cima na América Latina nem se fala…

. O golpe de 64, este foi produto elaborado a partir do apoio urdido na classe média, base da UDN (núcleo para lá de retrógrado da direita) já plenamente influenciada pelo rádio e pela televisão. Deu no que deu. Até a “Folha” participou extrajornalisticamente; emprestou frota de veículos, deu cobertura logística. A “Folha” sobreviveu, mas a um custo que a levará definitivamente ao mesmo destino que os Diários Associados...Quem viver verá.

. Daí em diante, apoio a eleição de Collor e posteriores outras tentativas de derrubada de governo, a mídia brasileira percorre o caminho que irá levá-la inexoravelmente ao fundo. Os mesmos grupos não terão como fazer frente a evolução tecnológica, pois terá de se contentar em ser pautada pelas redes sociais. Estas, também controladas por governos e grupos poderosos, drenam a audiência destes. Ocorre que a guinada para o “sul Global” exigirá destes grupos de mídia o que eles não mais têm, pois as perderam: a legitimidade e a credibilidade. Como se diz no jargão jornalístico: haja “barriga”.

terça-feira, 20 de maio de 2025

Nojo

 Hoje não poderia deixar de reiterar a minha indignação com a atual imprensa brasileira. Ontem procurei mostrar que o caminho da decadência está aberto a estes grupos de mídia. Mas hoje só posso exteriorizar minha indignação, relatando o silêncio desta mídia sobre a matança das crianças palestinas...de bomba e de fome....
Nada mais tenho a declarar senão um profundo sentimento de indignação, mas a única palavra que encontro é...nojo.